Domínio Público


Senhores, nasceu o cu para a playboy.
14 Agosto, 2007, 7:15 pm
Arquivado em: Vinícius Cherobino

E ‘pousou’ a bandeirinha… Ana Paula Oliveira, das belas cochas, dos xingos inomináveis na beirada do gramado, da torcida do botafogo, do ‘gostosa’ em uníssono. Apesar da expectativa, o acordo não permitia nada de uniformes e bandeiras, tocaram a pintar a mulher numa diva que tirou toda a graça que ela tem. Ah, Marina, Morena, você se pintou…

Mas, enfim, uma coisa sobreviveu. Pequena, mas de alta relevância.

Caiu um tabu na playboy. Como todo grande tabu – tabu mesmo, de verdade, que meninas de família não ousam comentar nada, mesmo em mesa de bar. As meninas de família de hoje vão para mesa de bar.

Não falo aqui de uma depilação fake ou de uma argola suspeita no clítoris, que muito bem poderia ter sido colocada com o famoso photoshop. Não falo disso. Falo de algo mais.

Mas, claro, não está lá escancarado. Não. E nem poderia ou deveria ser. O primeiro cu precisou de um cuidado, de uma gentileza, de um carinho, de um convencimento. Tal qual na vida real. Toda grande mulher é um convencimento, um mistério. Duran foi lá. “Segura a bochecha”. Clicou. E surge ele lá, escondido, disfarçado, insinuado, mas, meu, lá. Visível.

Senhores, nasceu o cu para a playboy.


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Comentário por PERKINSON




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