Por Gerson Freitas Jr.
O dia 11 de setembro é uma verdadeira celebração à estupidez humana. Está bem longe de ser a única e tampouco a maior, diga-se, mas marcou.
Virou chavão dizer que todos se lembram exatamente do que faziam há exatos seis anos, quando a TV mostrou ao vivo o ruir das Torres Gêmeas – símbolo do poderio financeiro americano – depois de atingidas por aviões seqüestrados por terroristas.
Mas, de fato, me dei conta de que jamais vou esquecer aquela sensação de testemunhar um momento que prometia mudar a história; e aquele ridículo sentimento estudantil de que alguém havia, em nome dos oprimidos do mundo, se vingado do Império Americano.
Quanta ilusão! Osama Bin Laden, com os quase 3 mil mortos de Nova York, conseguira apenas inflar a sensação de insegurança em nome da qual os Estados Unidos sustentaram uma bilionária, absurda e mentirosa campanha bélica que teria resultado na morte de mais de 600 mil iraquianos, destruiu um país e rasgou todas as convenções internacionais.
“A cobra picou-lhe o pé, que lhe esmagou a cabeça.”
E por isso o dia 11 de setembro deve ser chorado, porque começou a escrever mais um capítulo da história de vergonhas da humanidade. Apenas um capítulo. Há seis anos…
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Senti a mesma coisa na época…
Comentário por Cíntia Costa 12 Setembro, 2007 @ 12:40 pmRealmente, uma vergonha. Mais que isso: um non-sense.