Domínio Público


Vinícius Cherobino

Vinicius Cherobino
Outro da Metodista e prestes a se tornar alguém formado em Letras e Literatura. Continua escrevendo sobre tecnologia e segurança, mas a colaboração para o site de futebol internacional Trivela.com ficou para o passado, talvez tenha algo por lá.

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7 Comentários so far
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[…] É provocante a pergunta que dá título ao artigo de Vinícius Cherobino (“O que é, gente, ter posição política?”), publicado neste Domínio semana passada. Façamo-la aos políticos em campanha. A julgar pelas semelhanças de discurso e no poder, não seria demais dizer que possuem a mesma e, em alguns casos, nenhuma posição política. O que se tem visto é um amontoado de boas intenções quanto à educação, saúde, segurança e emprego, objetivos comuns tanto à esquerda quanto à direita. […]

Pingback por A morte da política « Domínio Público

[…] O Domínio Público não foi a minha primeira tentativa de entrar no mundo dos blogs, mas é sem dúvida a mais bem-sucedida e, de longe, a mais divertida. Grande parte da graça – uns 90%, calculamos eu e o Vinícius – se deve à oportunidade de piolhar semanalmente, seja nos textos, nos comentários ou nos e-mails “administrativos” do grupo, o nosso caríssimo amigo lusitano.  […]

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[…] O Papai Noel Existe […]

Pingback por Destaques « Dani Moreira

[…] Leitor do Domínio, prepare-se para um momento de terrível sinceridade desta blogueira (inspirada pelo Rubem Braga e sua excelente crônica “Ao Respeitável Público”). Estou sem idéias e sem tempo pra escrever. Reedito aqui, portanto, um conto, que embora inédito (só o meu leitor número um pôde apreciá-lo, com exclusividade), não é inteiramente novo. […]

Pingback por Sinceridade « Domínio Público

[…] verdade, como já diria o meu analista particular, é que a loucura está em mim. Quando viro a chave do carro, já antevejo todas as fechadas que […]

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[…] da manhã não era hora pra uma senhora da minha idade estar de pé. Um olhar de misericórdia ao meu parceiro no crime, também aos pandarecos, e fomos pra casa. Desmaiei de roupa mesmo e só acordei às sete da […]

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[…] estender-se o direito de um até o ponto de não comprometer o direito do outro. Talvez apareça alguém, provavelmente de esquerda, que diga que um direito é, oras, um direito e, portanto, absoluto, imensurável. Possivelmente […]

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